comprometimento, seriedade e  responsabilidade socioambiental 

FAZENDO PARTE DA COMUNIDADERESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL

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É natural que, como importantes empreendimentos do setor sucroalcooleiro, a Usina Rio Pardo (URP) almeja ampliar cada vez mais a produção de cana-de-açúcar, etanol e açúcar. No entanto, a URP têm plena consciência de que estas metas só devem ser atingidas se houver total harmonia com o meio ambiente, sem esquecer também da responsabilidade social, visando beneficiar a comunidade das cidades que fazem parte de sua área de influência.

Assim, mesmo antes da Usina Rio Pardo entrar em operação, o respeito ao meio ambiente já fazia parte da filosofia da empresa, através da adesão do Protocolo Agroambiental, acordo esse que antecipa os prazos para o fim das queimadas nos canaviais do Estado de São Paulo e estipula ações de sustentabilidade ambiental no setor sucroalcooleiro. A partir daí, a preocupação ambiental sempre está presente nas atividades diárias da URP, desde o plantio da cana-de-açúcar até as etapas do processo de industrialização.

A URP investiu também em várias ações sociais, entre elas o Projeto Jovem Agricultor do Futuro e o Projeto Germinar, além de contribuir para entidades assistenciais da região (como APAE de Avaré e de Cerqueira César, Associação Assistencial de Prevenção do Câncer etc.). Pensando ainda no desenvolvimento e na qualidade de vida da população das cidades onde atuam, a URP colabora com as administrações municipais através da implantação de alguns projetos.

AÇÕES AMBIENTAIS

Protocolo Agroambiental

Em 2007, a Usina Rio Pardo aderiu ao Protocolo Agroambiental, acordo que antecipa os prazos para o fim das queimadas nos canaviais do Estado de São Paulo e estipula ações de sustentabilidade ambiental no setor sucroalcooleiro. + leia mais

A adesão se efetivou por meio da concessão de um certificado de que a Usina Rio Pardo compromete-se a cumprir todas as diretivas técnicas descritas no Protocolo, que foi celebrado entre o Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e a União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (UNICA).

Para poder cumprir as exigências da CETESB e as diretrizes do Protocolo, a Usina Rio Pardo colocou em prática, nos últimos quatro anos, diversas ações, com destaque para a compra de 16 colheitadeiras de cana-de-açúcar e ainda aluga de terceiros mais 6 unidades. Desta forma, 96% da colheita de cana-de-açúcar processada na Usina Rio Pardo é realizada mecanicamente (ou seja, através das colheitadeiras). Os 4% restantes, devido à localização das plantações (encostas e curvas de nível), a cana é colhida manualmente e também sem a prática da queimada. Com isso, 100% da cana-de-açúcar própria processada na Usina Rio Pardo é realizada sem queimadas.

Área de Preservação Permanente

Atualmente, a Usina Rio Pardo possui uma área de preservação permanente com 5 hectares  onde já foram plantadas cerca de 55 mil mudas nativas e frutíferas, como Capixingui, Embaúba, Pau Jacaré, Peroba Rosa, Ipê Amarelo, Jatobá, Goiaba, Pitanga e Jabuticaba.

Respeito à água e ao solo

As medidas de proteção ao meio ambiente adotadas pela Usina Rio Pardo também têm como princípio o respeito à água e ao solo. A URP usa água captada do subsolo através de poço profundo e aproveita parte das chuvas, além de realizar a limpeza da cana sem a utilização de água. + leia mais

A Usina utiliza a vinhaça, subproduto do álcool rico em nutrientes, no processo conjunto de fertilização e irrigação das áreas cultivadas com cana-de-açúcar. A vinhaça concentrada aplicada como fertilizante nos canaviais reduz a possibilidade de contaminação em regiões onde o lençol freático é próximo à superfície. O uso da vinhaça é regulamentado por norma criada pela Cetesb em 2005, para evitar a saturação e garantir as características naturais do solo.

Na fabricação de álcool, de toda vinhaça produzida, 100.000 litros por hora são conduzidos para um concentrador. A parte concentrada é utilizada diretamente como fertilizante líquido e distribuída na cultura de cana através de caminhões próprios, a razão de 10m³ por hectare, quantidade essa que supre 100% da necessidade de potássio.

O excedente não concentrado da vinhaça é resfriado e conduzido até os cultivos através de dutos e/ou caminhões próprios. Depois, é aspergido através de moto bombas nas culturas, sendo aproveitada como fertilizante para melhorar a produtividade na área agrícola, assim como acontece com a vinhaça concentrada.

A água resultante da concentração da vinhaça é utilizada na diluição de fermento, o que contribui com a redução da retirada desse bem do meio ambiente, além de proporcionar a diminuição do consumo de insumos, sobretudo, dos ácidos na fermentação. 

A empresa adota tecnologias para reduzir a produção de vinhaça bem como o efeito desse rejeito ao meio ambiente. A primeira e principal tecnologia é a concentração da vinhaça proveniente da destilação do vinho, que se apresenta com aproximadamente 2 a 3˚Bx a uma temperatura de 95 C˚.

A vinhaça entra no equipamento pela parte superior do primeiro efeito em forma de névoa turbulenta, é distribuída pelos tubos e sai na parte inferior; o vapor entra por fora dos tubos. Na seqüência, a vinhaça passa por mais 4 efeitos (com o mesmo procedimento do primeiro efeito), sendo que a vinhaça obtida  no final dos 5 efeitos sai com 25 a 30˚Bx.

O fabricante desse equipamento é uma empresa nacional localizada em Araraquara, interior de São Paulo. A segunda tecnologia é a de trabalhar com a graduação alcoólica alta do vinho e a terceira, que está em vias de ser instalada, é a utilização de pré- evaporador da vinhaça ao invés da borbotagem direta de vapor vegetal na coluna de destilação.

Usina Rio Pardo recebe, em Brasília, o Selo "Empresa Compromissada"

No dia 14 de Junho em Brasília foi entregue o certificado “Empresa compromissada” para 169 empresas do setor sucroalcooleiro, que oferecem boas condições de trabalho aos funcionários, em cerimônia que teve a presença da presidente Dilma Rousseff. A Usina Rio Pardo, localizada no município de Cerqueira César, foi uma dessas usinas brasileiras que receberam o Selo, concedido a empresas que oferecem boas condições de trabalho aos seus funcionários. O certificado foi entregue em cerimônia realizada no dia 14 de junho, em Brasília, com a participação da presidente Dilma Rousseff.+ leia mais

O Selo é fruto de um acordo tripartite inédito, firmado em 2009 entre empresários do setor sucroenergético, trabalhadores e Governo Federal. Denominado de Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar, o acordo identifica práticas trabalhistas já adotadas por empresas do setor, que vão além dos padrões determinados por lei, e as torna obrigatórias para as usinas signatárias.

O Compromisso é constituído por 28 itens, que devem ser cumpridos pelas empresas que aderiram ao acordo. "Após a assinatura do compromisso, foi realizada uma auditoria, para verificar se os itens estão sendo cumpridos pela Usina. Esse trabalho incluiu entrevista com trabalhadores, solicitação de documentos e auditoria no campo", explicou Vanessa Kelen, Gerente de Recursos Humanos da Usina Rio Pardo. Entre as 28 práticas que constam no Compromisso, estão: a garantia de contratação direta pelas empresas do setor, eliminando a figura do atravessador, transparência na aferição da produção, fornecimento de transporte seguro e gratuito para os trabalhadores rurais, promoção da saúde e da segurança dos trabalhadores.

Por meio desse acordo, os empresários, os trabalhadores e o Governo Federal pretendem ainda promover a reinserção ocupacional dos trabalhadores desempregados pelo avanço da mecanização da colheita e fazer com que os produtos brasileiros aliem, cada vez mais, qualidade com justiça social. Também está prevista a implantação pelo Governo Federal de políticas públicas para a educação, saúde e geração de emprego e renda.

Em seu discurso, a presidente Dilma Rousseff lembrou que o setor era alvo de duas acusações. "Durante muito tempo, o etanol brasileiro foi acusado de duas coisas. Primeiro, de estar desmatando a Amazônia. E, segundo, de utilizar práticas incompatíveis com a civilização: trabalho escravo. Sabíamos que esse processo decorria de práticas, eu diria assim, fraudulentas de competição", observou a presidente do Brasil.

Enaltecendo o Compromisso Nacional, Dilma Rousseff ressaltou que, hoje, o setor sucroalcooleiro possui "as melhores práticas na relação com os processos de trabalho, com a jornada de trabalho, com a condição de respeito ao direito do trabalhador". A presidente disse ainda que "estamos dando um passo no sentido de, cada vez mais, mostrar que é possível produzir energia limpa, fazendo um processo de inserção social, no qual o direito dos trabalhadores assume um papel relevante e de destaque'.

O presidente do Conselho Deliberativo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Pedro Parente, afirmou que, além das 169 usinas agraciadas com o Selo, outras 86 já aderiram ao Compromisso e estão em processo de verificação para receberem o reconhecimento. Segundo Parente, o acordo prestou "um imenso serviço, pois derrubou mitos que circulavam sobre o setor sucroenergético. Maus atores existem, mas na maioria das vezes as alegações eram improcedentes e injustas".

AÇÕES SOCIAIS

Jovem Aprendiz

Através de uma iniciativa exemplar, a Usina Rio Pardo em parceria com o SENAR e SENAI, transformou o cumprimento da legislação com a implantação de uma importante ação social. Para atender à Lei 10.097/2000, que determina a contratação de jovens de 14 a 24 anos, cumprindo cotas que variam de 5% a 15% do número de colaboradores efetivos, o projeto tem como objetivo contribuir para a formação pessoal e profissional de adolescentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

A unidade iniciou suas atividades em maio e está oferecendo curso gratuito de Iniciação Profissional em Manutenção Mecânica Veicular para 17 jovens (três moças e 14 rapazes) com idade entre 16 e 19 anos. O Projeto Pescar tem como foco principal gerar possibilidades efetivas de inclusão social ao adolescente, ajudando-o a desenvolver suas potencialidades e suprir suas necessidades, encaminhando-o para um primeiro emprego ou estimulando sua capacidade empreendedora.

O curso tem duração de 10 meses, com aulas de segunda a sexta-feira. Além das aulas específicas relacionadas ao curso técnico, os alunos recebem noções de cidadania e conhecimentos sócio-culturais. Para participar do projeto, o jovem deve ser oriundo de família cuja renda familiar per capita não supere meio salário mínimo. Além disso, é necessário que esteja cursando, no mínimo, a 6ª série do Ensino Fundamental e não deve estar fazendo ou ter concluído algum tipo de curso técnico ou profissionalizante.

Projeto Germinar

Assim como aconteceu com a aplicação da Lei do Jovem Aprendiz, a URP também uniu uma ação social ao cumprimento da lei que determina a contratação de portadores de necessidades especiais. Denominado de Projeto Germinar, esta ação proporcionou a contratação de assistidos das unidades da APAE de Avaré e de Cerqueira César, que estão trabalhando no cultivo de mudas e plantio de verduras, legumes, ervas medicinais e flores. Cumprindo uma jornada diária de quatro horas, os assistidos recebem os benefícios preconizados pela legislação trabalhista.

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